Ir para o conteúdo
Proprietário analisando documentos do imóvel em seu escritório

Início/Crédito com garantia de imóvel

Home equity

Crédito com garantia de imóvel

Você continua dono, morando ou alugando normalmente — e o imóvel passa a servir de garantia para levantar recursos de uso livre, com juros muito abaixo dos praticados em linhas sem garantia.

  • Até 60% do valor do imóvel
  • Prazos de até 240 meses
  • Taxas pré ou pós-fixadas
  • Dinheiro de uso livre

O que é

O patrimônio que você já tem, transformado em caixa

Home equity é o nome de mercado para o empréstimo com garantia de imóvel. Você oferece um imóvel quitado (ou quase) como garantia e recebe um valor em dinheiro, que pode usar como quiser. Como o risco do credor cai muito, a taxa cai junto — é a diferença entre pagar juros de cartão e pagar juros de crédito imobiliário.

A garantia é formalizada por alienação fiduciária: a propriedade fica registrada em nome do credor enquanto o contrato durar, mas a posse e o uso continuam seus. Você pode morar, alugar ou manter o imóvel fechado. Quitada a dívida, registra-se o termo de quitação e a propriedade plena volta para o seu nome.

É a alternativa natural para quem tem patrimônio consolidado e não quer vender um bom imóvel — nem pagar as taxas de uma linha sem garantia — para resolver uma necessidade de caixa.

Avenida Paulista, em São Paulo, com o edifício da FIESP ao fundo

Como funciona

Da primeira conversa ao dinheiro na conta

O caminho é o mesmo para pessoa física e jurídica; o que muda é a documentação de renda.

Estudo do caso

Avaliamos o imóvel, o valor pretendido e a capacidade de pagamento, e mostramos o que é possível antes de qualquer documento assinado.

Análise

A instituição faz três análises em paralelo: financeira (perfil e renda), do imóvel (localização e valor de mercado) e jurídica (regularidade da matrícula).

Formalização

Com as condições aprovadas, organizamos o contrato e a assinatura, que na maior parte das operações é digital.

Registro e liberação

A garantia é registrada na matrícula do imóvel e, feito o registro, os recursos são liberados na conta indicada.

Para que serve

Dinheiro de uso livre — e as finalidades mais comuns

Não é preciso justificar o destino do recurso. Na prática, estes são os usos que mais aparecem.

Capital de giro

Financiar estoque, folha, expansão ou um ciclo mais longo de recebimentos sem estrangular o caixa da empresa.

Troca de dívidas caras

Consolidar cheque especial, cartão, crédito pessoal e antecipações em uma única parcela, com taxa e prazo muito melhores.

Reforma e ampliação

Obras de maior porte no próprio imóvel ou em outro, sem recorrer a linhas de consumo de curto prazo.

Aquisição de oportunidade

Entrar rápido em um negócio, um terreno ou um imóvel com desconto, enquanto outra venda se organiza.

Investimento no negócio

Abrir uma nova unidade, comprar equipamento ou financiar a entrada em uma sociedade.

Objetivos pessoais

Estudos no exterior, tratamento de saúde, inventário ou qualquer projeto que exija um volume relevante de recursos.

Condições

Condições praticadas na linha

Valores de referência das operações que intermediamos hoje. O seu cenário sai do estudo individual.

Referências gerais — crédito com garantia de imóvel
CondiçãoReferência da linha
Percentual do valor do imóvelAté 60% da avaliação
Valor da operaçãoDe R$ 50 mil a R$ 25 milhões
Prazo de pagamentoAté 240 meses (20 anos)
CarênciaAté 3 meses para a primeira parcela
Tipo de taxaPré-fixada ou pós-fixada (corrigida pelo IPCA)
TomadorPessoa física ou jurídica; composição de renda flexível
Imóveis aceitosResidencial, comercial e terreno urbano — próprio ou de terceiro garantidor
Imóvel financiadoAceito, desde que a dívida atual somada ao novo crédito caiba no limite da avaliação
Custos da operaçãoAvaliação, análise jurídica, registro em cartório, seguros e IOF — em geral passíveis de inclusão no valor contratado

Importante. Os números acima são referências da linha e não constituem oferta. O valor liberado, a taxa e o prazo dependem da avaliação do imóvel, da análise de crédito e da análise jurídica feitas pela instituição financeira. Em caso de inadimplência prolongada, o imóvel dado em garantia pode ser executado — por isso o estudo de capacidade de pagamento é parte obrigatória do nosso trabalho.

Documentação

O que separar antes da análise

A documentação final varia conforme o perfil e o valor. Começar por estes itens costuma encurtar o processo em semanas.

  • Matrícula atualizada do imóvel
  • IPTU do exercício vigente
  • Documento de identidade e CPF dos envolvidos
  • Certidão de estado civil
  • Comprovação de renda (holerites, IR, extratos ou DECORE)
  • Contrato social e faturamento, no caso de pessoa jurídica
  • Comprovante de endereço atual
  • Informações sobre financiamento em aberto do imóvel, se houver
Consultor e clientes revisando documentação em reunião

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre home equity

Quanto consigo levantar com o meu imóvel?

A referência de mercado é até 60% do valor de avaliação. Um imóvel avaliado em R$ 1 milhão, portanto, tende a sustentar uma operação de até R$ 600 mil — sempre limitada, também, pela sua capacidade de pagamento. Quem manda no número final é a avaliação técnica, não o valor de anúncio.

O imóvel precisa estar quitado?

Não necessariamente. Se houver financiamento em aberto, a instituição pode quitar o saldo devedor e embutir esse valor na nova operação. O que importa é que a dívida atual somada ao crédito pretendido caiba dentro do limite da avaliação.

O imóvel precisa estar no meu nome?

Não. Um terceiro pode entrar como garantidor, desde que passe pela verificação de identidade e se enquadre nas regras da operação — que costumam pedir vínculo familiar (até segundo grau) ou societário, com limites de idade diferentes conforme exista ou não esse vínculo.

Vou precisar desocupar o imóvel?

Não. Na alienação fiduciária a posse continua sua durante todo o contrato. Você pode morar no imóvel, mantê-lo alugado ou deixá-lo fechado, como preferir.

Que tipos de imóvel são aceitos?

Residenciais (casas e apartamentos), comerciais (salas, lojas, galões) e terrenos urbanos, novos ou usados. Imóveis rurais, em inventário não concluído ou com pendenças graves de matrícula costumam ser recusados — e isso aparece logo na análise jurídica.

Quanto tempo leva a operação?

De algumas semanas a cerca de 30 dias na maior parte dos casos, contando aprovação, avaliação, análise jurídica, assinatura e registro em cartório. Matrícula limpa e documentação completa são o que mais aceleram o prazo.

Vale mais a pena do que vender o imóvel?

Na maioria dos casos que atendemos, sim — principalmente quando a necessidade é temporária. Vender significa perder a valorização futura, pagar corretagem e, eventualmente, imposto sobre ganho de capital. A garantia preserva o bem. Mas há situações em que vender é melhor, e nós dizemos isso quando é o caso.

Vamos conversar

Descubra quanto o seu imóvel sustenta

Diga o seu nome pelo WhatsApp e retornamos para agendar o estudo. Se você já tiver o endereço e o valor estimado do imóvel em mãos, a primeira simulação sai na mesma conversa.

  • Telefone e WhatsApp(11) 92230-5730
  • EscritórioAvenida Paulista, 1.636 — Conj. 5, 11º pavimento, sala 1.105
    Condomínio Paulista Corporate — Cerqueira César
    São Paulo/SP — CEP 01310-200
  • AtendimentoSomente com hora marcada, presencial ou por videochamada.